Ela disse que já são 90 dias sem água e que constantemente compra de um carroceiro, mas ainda não é suficiente. Eliete disse que a escassez está comprometendo os estudos da filha, pois não tem roupa limpa e falta água para o banho. Eliete contou que vive praticamente do bolsa família e do dinheiro que o esposo manda quando ganha trabalhando como ajudante de pedreiro em Salvador.
Ao retornar da Embasa, Eliete não realizou seu desejo das roupas e louças lavadas, mas voltou com a esperança que hoje, quarta-feira (4), a rede esteja aberta para abastecer a região do seu bairro.
Outro acontecimento inusitado acontecido na Embasa, foi a presença de um homem que pediu para tomar banho e seu pedido foi atendido.
Informações e foto: Calila Notícias
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